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ESPORTE :: a todos os corinthianos de PLANTÃO !

3 maio
RONALDO x santos !

RONALDO x santos !

De um lado, uma considerável vantagem e um estádio praticamente inteiro a favor. Do outro, uma missão difícil, mas ao mesmo tempo desafiadora. Em jogo, o título de campeão estadual. Esse é o cenário para Corinthians e Santos se enfrentam às 16h deste domingo, no Pacaembu, na grande final do Paulista.

No Corinthians, confirmar o título é quase uma obrigação. Não faltam fatores favoráveis. Como tem melhor campanha e venceu o duelo de ida por 3 a 1 na Vila Belmiro, o time da capital pode perder por até dois gols de diferença. Além disso, conta com a força do Pacaembu, onde não perde há 24 jogos. Todos os ingressos foram vendidos.

“O Pacaembu não é um lugar comum para o Corinthians, é a nossa casa. É emprestada, mas é nossa casa. Lá o nosso torcedor comparece em número maior e tudo conspira a nosso favor. Dependendo do que fizermos em campo, o ambiente fica melhor ainda”, avaliou Mano.

O Santos usa exemplos de superações anteriores para se fortalecer na decisão. Vagner Mancini admite a dificuldade em que o time se encontra, mas foca sua esperança na possibilidade de conseguir uma virada heroica e fazer história na decisão do Paulista. Adepto de encontrar diferentes ingredientes motivacionais, ele exalta a possibilidade de recuperação.

“Eu costumo usar bastante o motivacional nesses momentos. O jogador já está ciente daquilo que vai fazer na final. O motivacional entra pra completar o atleta. Qualquer notícia que sai na imprensa ou algo que achamos diferente, nós acabamos usando para energizar o grupo. Acredito na virada e saiba que entraremos fortalecidos para esse jogo”, avisa o treinador santista, que apresentou ao elenco faixas e camisas com a frase “Corinthians, campeão invicto” para motivar o time.

O título paulista também tem peso pessoal importante para os dois treinadores. Representantes da nova geração, Mano e Mancini já colecionam alguns troféus, mas nenhum de elite obtido em times grandes do eixo Rio-São Paulo – Mancini conquistou a Copa do Brasil pelo Paulista, de Jundiaí, em 2005. Por isso, eles não querem desperdiçar a oportunidade que se apresenta.

“Ser campeão é a coisa mais gratificante. Para um técnico é importante qualificar seu trabalho com títulos, isso o coloca em outro patamar”, opinou Mano, que ainda pode ficar marcado como o treinador que levou o Corinthians invicto à conquista do Paulista. O último que conseguiu tal feito foi o Palmeiras, em 1972.

“Eu estou vivendo um momento muito feliz na vida. Peguei o time e com 60 dias já estamos em uma decisão. Mas eu não conquistei sozinho. Os jogadores compreenderam que precisariam mudar a maneira de jogar para conseguir algo. Demos mais um passo, faltando o título”, comenta Mancini, que estreou no Santos na nona rodada do Paulista.

No Corinthians, o mistério feito por Mano ficou em torno de Ronaldo e Jorge Henrique. Ambos, contudo, treinaram normalmente nos últimos dias e devem ser titulares neste domingo, formando o setor ofensivo com Dentinho. Na defesa, Diego substitui o suspenso Chicão.

A semana de preparação no Santos foi de silêncio e sustos. O presidente do clube, Marcelo Teixeira, impôs “lei da mordaça” às vésperas da decisão. O momento é de trabalhar e não dar opiniões, sintetiza o dirigente.

Neymar, Kléber Pereira e Fábio Costa sentiram problemas físicos nas atividades da semana, no CT Rei Pelé, mas não houve gravidade em nenhum dos casos, e os três estão confirmados para o duelo no Pacaembu. Suspenso, Fabão cede vaga a Domingos. Recuperado de lesão, Souto deve começar no banco de reservas.

ser frango ou não ser

11 jan

Londres 2012 – Rede Record Compra o Pacote Completo

24 ago

A Rede Record decidiu que não vai revender os direitos de Londres 2012 para nenhuma concorrente de TV aberta, informa o jornal Folha Online.

A decisão da emissora partiu do excelente resultado de ibope da TV Globo nos dois primeiros dias de Olimpíada de Pequim. Durante a exibição de jogos das seleções brasileiras feminina e masculina de futebol, por exemplo, a Globo chegou a registrar ibopes de dois dígitos, o dobro do que registrava sem Olimpíada

A cúpula da Record calcula ter o triplo da audiência que as olimpíadas rende hoje, isso porque em Londres 2012 a maioria das provas ocorrerá nas tardes e no horário nobre da TV brasileira.

Será a primeira vez que a Rede Globo não terá exclusividade sobre uma Olimpíada. Em Beijing 2008 a emissora repassou os direitos para a Band.

A Record informou que só aceitará vender – por meio de uma espécie de “licitação” – os direitos de imagem da Olimpíada britânica para sites e canais de TV paga. O SporTV, que pertence ao Grupo Globo, terá direito de concorrer. Já a TV Globo, não.

Despedida Dos Jogos Olimpícos de 2008

24 ago

No último dia das Olimpíadas, Bernardinho chorou.

Diante das câmeras, chorou como jamais tinha feito em público. 

 

Agência/EFE

Após a derrota em Pequim, a seleção de vôlei tenta buscar forças para um novo ciclo olímpico

A reação do técnico diz tudo sobre a final do vôlei masculino. A derrota para os Estados Unidos encerra, com a prata amarga, um ciclo vitorioso de oito anos. O desfecho em Pequim não apaga os tempos de glória, mas passa longe do que o torcedor esperava.

 

O clima, a partir de agora, é de recomeço.

Com o segundo lugar no vôlei, o Brasil se despede dos Jogos com três ouros, quatro pratas e oito bronzes. No total, as 15 medalhas superam o desempenho da delegação em Atenas-2004 e igualam a melhor marca do país, de Atlanta-1996. 

 

Agência/EFE

Zhang Xiaoping ganhou o ouro para a China no boxe. Cuba ficou de mãos abanando nos ringues

Na disputa entre China e Estados Unidos, os donos da festa levaram a melhor. Foram 51 ouros chineses contra apenas 36 dos americanos, que no entanto vencem a contagem geral de medalhas por 110 a 100. Quem completa o “pódio” é a Rússia, com 23 ouros e 72 no total. Depois dos chineses, quem mais cresceu em relação a Atenas foi a Grã-Bretanha, que pulou de nove para 19 ouros. O Japão, por sua vez, despencou de 16 para nove. Em 23º lugar, o Brasil ficou à frente de dois rivais históricos: Cuba, em 28º, e Argentina, em 35º.

Os cubanos, por sinal, encerraram as Olimpíadas com mais uma decepção. Tradicional no boxe, a ilha não conquistou nenhum ouro nos ringues – foram quatro em Atenas. A China, quem diria, ganhou dois e, com isso, cravou a marca de 100 medalhas.

 

Enfim, a redenção dos astros da NBA

 

Um dos ouros mais festejados de Pequim saiu da quadra de basquete. Com uma partida digna de uma final olímpica, os Estados Unidos bateram a Espanha e voltaram a ocupar o topo do mundo. Kobe Bryant, uma das grandes figuras dos Jogos, colocou o time nas costas no quarto período e assegurou a tão sonhada vitória da redenção. 

 

Agência/Reuters

O ouro mais desejado: Kobe Bryant levou os Estados Unidos de volta ao topo do basquete mundial

A Rússia fez bonito na ginástica rítmica e foi ao alto do pódio na final por equipes.

Na última grande prova do atletismo, um recorde olímpico de 24 anos foi quebrado por um garoto de 21. Samuel Wansiru resistiu ao calor e venceu a maratona. Recebeu sua medalha mais tarde, no Ninho do Pássaro, durante a cerimônia de encerramento.

 

Agência/Xinhua

Uma festa de luz marcou a cerimônia de encerramento dos Jogos em Pequim neste domingo

Na prática, as Olimpíadas tinham acabado três horas antes. Às 17h09m no horário local (6h09m no Brasil), a França bateu a Islândia e ficou com o título do handebol masculino.

Era o fim de um evento que, durante 19 dias, exibiu ao mundo fenômenos do esporte. Michael Phelps, Usain Bolt e Yelena Isinbayeva passaram muito longe dos concorrentes. Comandaram uma chuva de recordes e tornaram a festa inesquecível.

 

Agora, só em Londres-2012.

Brasil Ouro: Volley Feminino Entra Na História

23 ago

Brasil espanta ‘trauma’ e é ouro no vôlei feminino Plantão | Publicada em 23/08/2008 às 10h53m BBC O Brasil conquistou neste sábado o título mais importante da história do vôlei feminino brasileiro ao derrotar os Estados Unidos na final dos Jogos Olímpicos de Pequim. Com a melhor campanha no torneio, o Brasil venceu a equipe americana por 3 sets a 1 (parciais de 25/15, 18/25, 25/13 e 25/21) e chegou à medalha de ouro. O resultado premia uma geração de jogadoras que viveu momentos difíceis nos últimos anos após uma série de derrotas em fases decisivas de torneios importantes. O ‘trauma’ começou nas semifinais da Olimpíada de Atenas, em 2004, quando a seleção brasileira perdeu diversas oportunidades de fechar a partida contra a Rússia, mas acabou cedendo a virada e terminando a competição sem medalha, em quarto lugar. Dois anos depois, em Osaka (Japão), o vôlei feminino brasileiro chegou pela segunda vez em sua história à decisão do Campeonato Mundial, mas voltou a sofrer uma derrota de virada para a equipe russa. No ano passado, na final dos Jogos Pan-Americanos, no Rio, nova decepção: outro jogo decisivo perdido de virada, desta vez contra a seleção de Cuba. Campanha Em Pequim, a equipe dirigida pelo técnico José Roberto Guimarães entrou decidida a reverter a sina e buscar a inédita medalha de ouro olímpica com atuações convincentes. Na primeira fase, a seleção terminou em primeiro lugar, sem perder um único set, em um grupo que tinha ainda Rússia, Itália, Sérvia, Argélia e Cazaquistão. Nas quartas-de-final, o Brasil passou com tranqüilidade pelo Japão. Veio, então, a semifinal contra as chinesas em Pequim e a chance de alcançar pela primeira vez uma final olímpica. Apesar de algum nervosismo e da pressão da torcida adversária, a equipe brasileira foi bem e conquistou a sétima vitória por 3 sets a 0 no torneio. Na decisão deste sábado, no Ginásio Capital, a partida começou bem disputada, mas o Brasil logo abriu vantagem e fechou o primeiro set sem grandes dificuldades. No segundo set, a equipe brasileira passou a errar mais, permitiu que a seleção americana tivesse mais liberdade para atacar e acabou perdendo pela primeira vez um set na Olimpíada. A partir de então, o Brasil conseguiu se impor, principalmente com a experiência da levantadora Fofão e a eficiência de Paula Pequeno e Mari no ataque. Até chegar a Pequim, os melhores resultados do vôlei feminino do Brasil em Olímpiadas eram as medalhas de bronze em Atlanta-1996 e Sydney-2000. Agora, a geração que superou um ‘trauma’ pode comemorar o ouro.

Jadel encara final do salto triplo no Ninho

20 ago

 

Brasileiro é atual recordista sul-americano do salto triplo
Brasileiro é atual recordista sul-americano do salto triplo
AP

Direto de Pequim

 

Um dos principais favoritos à medalha na delegação brasileira, o saltador Jadel Gregório tentará garantir um lugar no pódio para o atletismo do País na final do salto triplo, que será realizada nesta quinta-feira, às 7h25 (horário de Brasília), no Estádio Ninho de Pássaro.

Gregório é o nome a ser batido na prova. Das dez melhores marcas cravadas na história, apenas ele aparece na relação entre os atletas da atualidade.

Tudo graças aos 17,90 metros que saltou em 2007, na etapa de Belém do Grande Prêmio Brasil de atletismo, que lhe transformou no novo recordista sul-americano e brasileiro da modalidade, quebrando o recorde que pertencia a João do Pulo e era mantido desde o Pan-Americano de 1975, na Cidade do México.

 

Mesmo assim, o histórico não vem ajudando Jadel Gregório. Treinando na Inglaterra e convertido ao islamismo, os resultados vêm sendo tímidos desde o título no Pan-Americano do Rio de Janeiro, no ano passado. Nas duas competições que participou, saltou 16,97 m na Suíça, 16,84 m em Mônaco e, o melhor deles, 17,28 m em São Paulo. Na fase classificatória dos Jogos, ficou em sexto, com 17,15 m.

Tranqüilidade, por enquanto, vem sendo a arma do brasileiro contra os rivais. Quatro deles com marcas entre as dez primeiras, principalmente o britânico Philips Idowu, com 17,58 m alcançados em Birmingham, e o cubano Arnie Girat, com 17,50 m atingidos em Cuba.

A medalha olímpica serviria para Jadel Gregório afastar algumas dúvidas que ainda cercam seu nome no cenário mundial. Com excelentes resultados no cenário local e continental, ainda falta corresponder as expectativas fora do seu circuito. Até aqui, medalhas de prata nos Mundiais de Atletismo de Osaka, em 2007, além de Budapeste em 2004 e Moscou 2006, ambos indoor.

Para de fato fazer jus às marcas obtidas, o brasileiro precisa de uma medalha olímpica. E a final será o teste de que o próprio atleta precisa para ostentar por quatro anos o posto de melhor na modalidade onde o Brasil costuma figurar como protagonista.

Hackers invadiram portal do comitê Olímpico Brasileiro (COB)

19 ago

Essa notícia me pegou desprevenido, por essa eu não esperava. Hoje fui entrar no site e vi que estava fora do ar, buscando informações encontrei uma foto e notícia publicada pelo Portal Terra.

 

“”No 11º dia de disputa dos Jogos Olímpicos de Pequim, o site do Comitê Olímpico Brasileiro foi vítima de hackers, que alteraram o conteúdo da página inicial do portal, na madrugada desta terça-feira.

Além da página inicial, os títulos das páginas internas também receberam a mesma mensagem, que critica o desempenho do Brasil durante a competição.

O site saiu do ar por volta das 4h30 (de Brasília) desta terça-feira e está em manutenção.“”

Isso só mostra bem como o brasileiro é. Porque em vez de ficar invadindo site não cobra mais dos políticos e seu presidente para que invista mais no esporte? não só no esporte também. Acho que está na hora do brasileiro ter mais responsabilidade e agir como adultos, pois com essas atitudes o país nunca vai andar.